terça-feira, 17 de julho de 2012
[...]
E eu
me transformei no nada,
meu bem.
Mas um nada bonito,
que não se contentou de ser
e inventa amores,
versos
e pinta flores
na barra da saia
pra sobreviver.
(Juliana Thuinny,
in
Eu sou o nada exalando vida)
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